Hemeroteca Municipal de Lisboa assinala os 50 anos do Tratado de Roma,
quarta-feira, março 28, 2007
A Hemeroteca Municipal de Lisboa, tal como muitas outras instituições por essa Europa cada vez mais diversificada e solidária, vai assinalar os 50 anos do Tratado de Roma, assinado em 25 de Março de 1957. Uma euro-operação de sensibilização e marketing coordenada pelo Centro de Informação Europeia Jacques Delors, que constitui por si própria um contributo para a consolidação do sentido de pertença a uma grande família.
Desde 26 de Março está patente uma Mostra Documental que põe em relevo a forma como a imprensa tratou as negociações e a assinatura do Tratado que lançou os alicerces da actual União Europeia. Portugal, não participou desse acto fundador, protagonizado pela Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países-Baixos, e a Imprensa não deixará de reflectir o posicionamento oficial e as razões que o fundamentaram. A Mostra manter-se-á até 30 de Abril e disponibilizam-se visitas guiadas para grupos escolares e outros públicos.
A pensar nos interessados numa abordagem mais profunda destas matérias, a Hemeroteca Municipal programou o Colóquio: Tratado de Roma, 50 Anos Depois (1957-2007), com duas conferências que ocuparão as tardes de duas quintas-feiras de Abril:
No dia 12, pelas 19h15, o/a cconferencista convidado centrará a sua abordagem n’O impacto da assinatura do Tratado de Roma na imprensa portuguesa;
No dia 19, à mesma hora, o Prof. José Medeiros Ferreira, docente e investigador na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com vasta obra publicada do domínio da política externa portuguesa, partilhará com os presentes a sua análise sobre A importância política do Tratado de Roma e o posicionamento de Portugal.
Destaque ainda para o sítio Hemeroteca Digital onde se disponibilizam conteúdos de diversa natureza como artigos publicados em periódicos, artigos e outros recursos.
Sala de Leitura do Centro Cultural de Belém foi ontem inaugurada.
O Centro Cultural de Beléminaugurou ontem a suaSala de Leitura. O acesso é livre aos jornais e aos cerca de quatro mil livros, a maioria herdada do antigo Centro do Documentação do extinto Centro de Exposições. O espaço recebe o nome do poeta, crítico e ensaísta Jorge de Sena.
Nas prateleiras há espaço para muitos mais livros, mas, por enquanto, são apenas quatro mil os títulos que podem ser consultados na recém inaugurada sala de leitura do Centro Cultural de Belém. Quanto à capacidade da sala, é ainda limitada. Dispõe apenas de 32 lugares sentados e quatro computadores no espaço Internet.
António Mega Ferreira, presidente do Conselho Administrativo do CCB, considera que em causa está "uma biblioteca generalista com enfoque em duas áreas. Uma, a literatura, portuguesa e estrangeira, e outra, naturalmente, as artes visuais". Naturalmente porque a sala de leitura herda o património do antigo Centro de Documentação do Centro de Exposições, extinto para dar lugar à colecção Berardo.
A obra de Paul Bowles mereceu honras de abertura na Sala Jorge de Sena. À entrada, é possível visitar as primeiras edições dos livros escritos pelo também compositor norte-americano, já falecido. O ciclo Paul Bowles inclui ainda a exibição de dois documentários e uma exposição de fotografia de Daniel Blaufuks.
"Uma sala dedicada aos livros, aos leitores, aos escritores, às letras, às páginas, ao estudo, à reflexão, aos lançamentos, à Literatura. Fica no Piso 1 do Centro de Reuniões (Sala Jorge de Sena), e é um novo espaço aberto na oferta cultural do Centro Cultural de Belém. Um espaço consagrado ao livro, aos escritores e à leitura, como ainda não havia no CCB, mas como não podia também deixar de haver. Chamámos-lhe, simplesmente, Sala de Leitura, porque é isso que ela é: uma sala para ler, para estar com livros. E, tal como cada livro pode e é sempre mais do que um simples objecto físico de papel e tinta, queremos vê-la crescer...
Dispondo de um fundo bibliográfico generalista, com enfoque na área das artes visuais, a Sala de Leitura constitui o primeiro passo para a criação, no futuro, de uma Biblioteca/Centro de Documentação, que venha completar o leque de valências oferecidas ao público pelo maior centro cultural português. Local de estudo, leitura e reflexão, a Sala de Leitura passará também a constituir o espaço especialmente vocacionado para acolher lançamentos, conferências ou outras manifestações relacionadas com a Literatura, os seus autores e o seu público. A Sala possui 32 lugares sentados, destinados a leitura, quatro computadores no espaço Internet, e uma zona de leitura de jornais, de livre acesso. Funcionará de Segunda a Sábado entre as 10h e as 18h" Fonte: Centro Cultural de Belém
Biblioteca especializada em Etnografia, na aldeia de Passos de Silgueiros (Viseu), com mais de 3 mil obras
segunda-feira, março 26, 2007
A menos de dez quilómetros da cidade de Viseu, na pequena aldeia de Passos de Silgueiros, há quatro anos que uma biblioteca especializada em etnografia vai crescendo, ultrapassando já 3.000 livros, que lhe permitem “competir com as bibliotecas oficiais”.
Com cerca de mil habitantes, Passos de Silgueiros é uma das 16 aldeias da freguesia de Silgueiros, no concelho de Viseu, e «a única do país com uma Biblioteca Etnográfica».
António Lopes Pires, presidente da Associação de Passos de Silgueiros (ASSOPS) e responsável pela biblioteca, disse à Agência Lusa não conhecer «mais nenhuma em Portugal que se tenha especializado em etnografia, uma área com pouca coisa e sobre a qual há escassas preocupações». Inicialmente, ainda pensou “numa biblioteca generalista”, mas rapidamente concluiu que «quem quer ler ‘A Morgadinha dos Canaviais’ não vem, de Viseu ou outro ponto do país, até Silgueiros». «A única forma de competir com as bibliotecas oficiais é ter o que as outras não têm, ou seja, apostar numa biblioteca especializada e bem apetrechada», salientou.
A aposta recaiu na etnografia e ao longo de quatro anos a colecção de volumes foi aumentando. «Recolhemos alguns livros, fomos solicitando outros a editoras. Algumas ofereceram obras, outras venderam-nas a preços de revenda», explicou. De acordo com António Lopes Pires, Silgueiros tem a que pensa ser «a melhor biblioteca da especialidade no país». Sem falsas modéstias, o antigo inspector do Ministério da Educação destaca a forma como está organizada, que «propicia aos interessados uma rápida procura».
A biblioteca possui actualmente 3.291 volumes da área da etnografia, além de ter a particularidade de desenvolver em paralelo um trabalho de recolha de material publicado na imprensa sobre a especialidade. «Fomos fazendo buscas em revistas e jornais antigos e todos os artigos que encontrámos relacionados com etnografia foram arquivados em dossiers temáticos», disse.
Um trabalho de recortes de imprensa »que se mantém, diariamente. Fotocopiamos ou recortamos tudo o que se publica sobre etnografia. Guardamos também pastas pessoais, de alguns escritores que se revelaram importantes na área da etnografia», acrescentou. Actualmente possuem 72 dossiers temáticos e uma colecção com cerca de 20 mil fotografias. Sedeada no imponente edifício da ASSOPS - um prédio que facilmente se destaca na aldeia - esta biblioteca especializada em etnografia conta também «com uma grande recolha de todo um património imaterial».
Juntaram contos, lendas, adivinhas, rezas, orações, poesia popular e medicina tradicional. «Fomos recolhendo tudo o que ajudasse a traçar toda uma época. Em muitos casos, este legado está guardado em gravações, que vamos tentando passar para o papel», sublinhou. Este é, aliás, um tipo de recolha que «cada vez se faz menos, pois em 2007 é muito mais difícil encontrar uma fonte viva que diga com clareza como é que se cantava e dançava aos domingos e dias santos, no largo da igreja da aldeia».
«Os idosos estão a ir embora e cada vez que isso acontece é um livro que se fecha», lamentou. Mas, se a etnografia - ciência que estuda os povos, suas origens, línguas, religiões e costumes - não interessa a todos, muitas vezes é batendo à porta desta biblioteca que se recuperam algumas tradições.
António Lopes Pires contou que, há uns dias, um amigo de Tomar «quis saber se os aventais das mulheres do princípio do século XX tinham um ou dois bolsos. Um assunto que facilmente resolvemos com a consulta de livros ou fotografias de jornais antigos», explicou. Este é um dos muitos exemplos que «faz com que sintamos a necessidade de nos equiparmos com uma boa biblioteca nesta área».
Uma biblioteca que foi crescendo em paralelo com o Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros e o Museu Etnográfico de Silgueiros, que conta já com alguns milhares de peças. A colecção do traje «é a melhor», destacando-se entre os objectos expostos um monóculo que pertenceu ao general Spínola e um binóculo do Rei D. Carlos. A biblioteca etnográfica está também a ajudar a «catalogar parte de uma colecção de 72 mil botões», área sobre a qual, mesmo com toda a informação já reunida, ainda se »sabe muito pouco», disse António Lopes Pires.
A aldeia de Passos de Silgueiros, no concelho de Viseu, tornou-se nos últimos anos «um pólo de cultura interessante», graças ao Rancho, Museu e Biblioteca etnográficos que atraem pessoas de todo o país, segundo escreve o Noticias de Viseu. É um trabalho «de quase três décadas”, onde se destaca o Museu Etnográfico de Silgueiros, que inclui largos milhares de peças. «A melhor colecção de todas é a do traje», explica António Lopes Pires, presidente da Associação de Passos de Silgueiros. A próxima acção será a criação de «um núcleo museológico relacionado com a escola”. Trata-se de um projecto futuro e para isso «a autarquia de Viseu já entregou um edifício escolar desactivado». A antiga escola primária, com apenas uma sala, vai ser «um sector do Museu Etnográfico de Silgueiros, onde colocaremos peças relacionadas com a escola».
Bedeteca Municipal de Lisboa realiza um Workshop e três ateliês este mês
sábado, março 03, 2007
"A convite da Bedeteca Municipal de de Lisboa, a polaca Joanna Latka vai orientar um Workshop de iniciação à Gravura. São duas as sessões agendadas para os sábados de 10 e 24 de Março, a partir das 15 horas.
Joanna Latka, mestre em Educação das Artes, concebeu este workshop para crianças a partir dos 6 anos de idade, mas o ideal é que se façam acompanhar pelos respectivos pais. É que o workshop pretende ser um espaço de prazer e descoberta familiar, onde a gravura funcione como forma de expressão das diversas emoções consanguíneas.
Joana Lakta nasceu em 1978, em Cracóvia, Polónia. Há cinco anos a trás esteve em Portugal, mais concretamente no Instituto Politécnico de Bragança, para obter o mestrado em Educação das Artes Plásticas (Sócrates/ Erasmus 2002). Depois regressou à sua Cidade Natal e obteve mais um diploma artístico em gravura e desenho, no Instituto das Artes, na Universidade de Pedagogia (2003). Não se deu por satisfeita e regressou a Portugal, agora a Lisboa, para fazer o Curso de Ilustração no CITEN, Centro de Imagem e Técnicas Narrativas do Centro de Arte Moderna José Azeredo Perdigão, da Fundação Calouste Gulbenkian (2004). O ano passado realizou uma Pós-Graduação no Instituto Superior de Educação e Ciências na área da Ilustração com recurso as novas tecnologias.
Apesar desta ininterrupta actividade académica, Joanna encontra sempre tempo para criar, expor e ensinar. Só o ano passado somou mais de seis exposições, entre individuais e colectivas, em Portugal e na Polónia."
"Também este mês realizam-se na Bedetecatrês ateliês diferentes. Bom, cada um com uma base de partida diferente, mas sempre com o mesmo objectivo: fazer uma banda desenhada. Estes ateliês da Bedeteca de Lisboa vão ocupar as manhãs. Em todos os casos é necessária uma inscrição prévia. As três propostas são
Do 1º ateliê, nos dias 1, 8 e 13 de Março, “A caixinha das expressões”, resultará um livro-caixa com diversas bd’s. Nos dias 15 e 20, há “Sons Desenhados”, que parte de uma história-sonora, rodeada de mistério, que os investigadores terão de traduzir graficamente. “De uma coisa conto um conto”, o terceiro ateliê, ocupará os dias 22, 27 e 29. É só para heróis: os participantes, de olhos vendados, terão de identificar uma série de objectos e a partir desses achados construir uma história. Os animadores não dão mais informações que o segredo é a alma do negócio.
É o ciclo de palestras de Geologia “Do Grão ao Planeta” que ocupa desde 2005 as Quintas da Ciência, espaço de divulgação científica destinado a todo o público curioso.
Em Março há cinco quintas-feiras e por isso são também cinco os temas que vão preencher o programa:
Dia 1 - “Geoturismo e Geologia Virtual: novas abordagens do ensino da Geologia” pela Prof.ª Maria Teresa Mira de Azevedo (FCUL)
Dia 8 - “Fósseis em vulcões: Santa Maria (Açores)” pelo Prof.º Mário Cachão (FCUL)
Dia 15 - “As viagens da água no interior do Planeta” pela Profª Catarina Silva (FCUL)
Dia 22 - “Portugal Calcário” pelo Prof.º José Crispim (FCUL)
Dia 29 - “Do que se alimentam as praias. Grão a grão…” pelo Prof.º César Freire de Andrade.
As palestras decorrem no núcleo da Cidade Universitária da Biblioteca a partir das 18h30.
Exposição de Banda Desenhada da República Checa na "Bedeteca Municipal de Lisboa", de 24 de Fevereiro a 15 de Abril.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Exposição"Cesky Komiks : Czech Comics : BD Checa" na Bedeteca Municipal de Lisboade 24 de Fevereiro a 15 de Abril.
"Os cerca de 40 quadros expostos retratam, de forma muito elucidativa, ahistória da banda desenhada checa desde 1874 até hoje, pondo em destaque a sua capacidade de sobrevivência às convulsões do século XX, à pressão crítica e à censura.
Foi a partir da Queda do Muro, no final da década de 80, que o Ocidente começou a ouvir falar da bd dos países de Leste. Em parte, graças ao esforço editorial do colectivo esloveno Stripcore materializado na revista “Stripburger” (ainda hoje activa) e das duas antologias “Stripburek,” que mostravam do que se passava por detrás da “cortina de ferro”.
Entre nós, esse conhecimento foi possibilitado em 2003: a convite da Bedeteca de Lisboa, o Salão Lisboa de Ilustração e Banda Desenhada, apresentou uma exposição de autores de leste, e recebeu a visita do esloveno, Igor Prassel (activista da "Stripcore"), e dos autores sérvios, Aleksandar Zograf e Aleksandar Opačic.
Desse primeiro encontro ficaram amizades e a vontade realizar outros projectos que possibilitassem o mútuo conhecimento. Em resultado de uma parceria com a Embaixada da República Checa, surge agora essa possibilidade.
Diz Petr Štěpán, o comissário da exposição, que a bd conseguiu sobreviver graças ao «fenómeno tipicamente checo – o humor. O humor checo evoluíra no sentido de uma independência crítica em relação à autoridade e ao poder dominante do momento, uma tradição que remonta aos tempos da dominação austro-húngara, que é onde se devem procurar as origens da BD checa.»
Embora não se incluam originais, a mostra não deixa de constituir uma oportunidade rara, pelo menos em terras lusas, de conhecer ou rever a bd checa.
Na diversidade dos autores representados cabe um “clássico”, como Kája Saudek, que decidiu revelar o verdadeiro poder das “frases ocas de kitsch sem alma” nos anos 60, época de relativa liberdade para a cultura checa. Os seus trabalhos lembram a bd francesa adulta dessa mesma década, dada à estética “Pop Art” e “Erótica”. Mas também as gerações mais novas como a dupla Jaroslav Rudiš e Jaromír 99, com o livro “Bíly Potok” (“Primavera Branca”), que se desenrola ao longo de vários períodos de tempo, e dá conta de estórias desconcertantes que têm como cenário a fronteira checa e alemã.
A inauguração está prevista para as 16 horas, do dia 24 de Fevereiro, e conta com a presença de Petr Štěpán que fará uma pequena conferência sobre a BD Checa. A mostra é enriquecida ainda com a exibição de vários filmes de animaçãoem “loop” na sala de exposições.
Inauguração do novo "Centro Bibliográfico e Documental Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa" em Celorico de Basto
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
A ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, inaugurou , ontem, 15 de Fevereiro, o Centro Bibliográfico e Documental Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa. Este Centro em conjunto com a Biblioteca Municipal de Celorico de Basto(à qual é contígua), três núcleos museológicos (o Núcleo de Imprensa de Celorico de Basto, o Núcleo de Arqueologia sobre o concelho, e o Núcleo que dispõe de exposições temporárias), e uma capela convertida em local de exposições, constituem o “Centro Cultural de Celorico de Basto”
" «É bom saber que uma biblioteca como esta foi crescendo de uma forma tão grande devido ao sentido de serviço à causa pública de Marcelo Rebelo de Sousa», afirmou a governante na inauguração do Centro Bibliográfico e Documental, salientando ainda que "ao doar uma riqueza patrimonial tão diversa, em especial as suas enciclopédias pessoais e disponibiliza-las ao serviço de todos» o catedrático «é um exemplo de cidadania ao colocar a cultura ao serviço da população».
O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa frisou, por seu turno, que «é preciso continuar a enriquecer a biblioteca ao ritmo dos últimos anos, o que significa muitos milhares de obras. Por minha parte continuarei a oferecer livros, manuscritos a esta Biblioteca». Com raízes celoricenses, o Professor que muito tem contribuído para o enriquecimento da Biblioteca Municipal através da doação de milhares de livros, manuscritos e outras publicações; ofereceu-se para ser «o catalizador de uma animação cultural que é essencial para que um espaço com o investimento não seja um espaço fechado».
Apesar de não estar ainda aberta ao público, o centro documental representa um investimento na ordem de um milhão de euros, o que para um concelho de Celorico de Basto significa uma forte aposta. O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa foi principal angariador de obras.
O presidente da Câmara de Celorico de Basto, Albertino Mota e Silva agradeceu ao professor pelo que este tem feito pelo concelho, “ esta é a forma de lhe manifestarmos a nossa gratidão pelo que tem feito por Celorico de Basto” e realçou que a nova infra-estrutura “torna esta terra cada vez mais apelativa. Estas obras oferecidas pelo professor são um estímulo para nós e uma riqueza muito grande". Acrescentou ainda que a autarquia pretende a ajuda do governo para estender esta biblioteca aos núcleos urbanos do concelho, constituindo pólos culturais em Gandarela, Mota e Fermil. No caso concreto do pólo de Gandarela, o autarca aproveitou o momento para lhe lançar um desafio, “o de nos apoiar financeiramente, com 50%. São cerca 350 mil euros fundamentais para podermos avançar com a execução da obra”. Solicitação que não obteve resposta por parte da representante do ministério da Cultura.
O Centro Bibliográfico e Documental estará aberto ao público no final deste semestre, é um projecto da autoria dos arquitectos Carlos Guimarães e Luís Soares Carneiro e localiza-se na Quinta de S. Silvestre.
A construção deste novo edifício foi comparticipada em cerca de 50% e representou um investimento total de cerca de um milhão de euros. O novo equipamento resulta da necessidade de ser criado um espaço temático complementar à Biblioteca Municipal para albergar e colocar acessível ao público um vasto espólio proveniente das doações do Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa que já foi Presidente da Assembleia Municipal de Celorico de Basto. Este espaço dispõe igualmente do arquivo histórico da Câmara Municipal. Trata-se de um edifício que vem acrescentar possibilidades especializadas e não existentes na Biblioteca Municipal, nomeadamente para os investigadores, alargando o público-alvo deste “Centro Cultural”.
Assim, a juntar a um espaço dinâmico onde todos têm ao dispor uma enorme variedade de livros nas salas de leitura, uma secção de audiovisuais e acesso às novas tecnologias e onde os mais pequenos viajam no mundo encantado retratado pelas histórias que lhe são contadas na Hora do Conto, surge agora um local dedicado a temas mais sérios e que pretende ser útil aos investigadores que o irão procurar.
A nova construção é composta por dois pisos, ficando no piso superior a recepção, a sala de leitura e consulta livre. Este piso tem uma área bruta de 213,15 m2. O piso inferior tem uma área bruta de 218,75 m2 e nele ficará localizada a zona de depósito de livros e documentos, instalações sanitárias e um gabinete de trabalho vocacionado para trabalhos de catalogação ou consulta de reservados." Fonte: Biblioteca /Câmara Municipal de Celorico de Basto
Centro Cultural de Belém (CCB) abrirá em Março Sala de Leitura que será o embrião para uma futura grande Biblioteca.
"OCentro Cultural de Belém (CCB) vai abrir em Março uma sal de Leitura com um fundo bibliográfico de quatro mil títulos, vai ser um «primeiro passo» para uma futura grande biblioteca.
Em entrevista à agência Lusa, António Mega Ferreira, presidente do conselho de administração do CCB, afirmou que o novo espaço vai colocar a literatura no centro cultural através de um fundo bibliográfico «generalista, mas com um enfoque nas artes visuais.Sendo o CCB o maior centro cultural do país, não poderia continuar sem uma espaço dedicado aos livros e à leitura», observou Mega Ferreira, para quem a criação deste espaço era essencial na expansão da oferta cultural da casa.
Actualmente em obras de adaptação, asala Jorge de Sena, localizada junto à entrada principal do edifício, tem inauguração prevista para 26 de Março com ociclo 'Um abrigo na Terra',dedicado ao escritor norte-americano e compositor Paul Bowles.Estão a ser feitos contactos com editoras para que o espaço sirva também de palco de lançamento de livros e outros eventos, nomeadamente conferências.
«Vai ser concebido um programa próprio de eventos e tentaremos estabelecer ligações com a programação de espectáculos. Está prevista a realização de outros ciclos como este dedicado a Paul Bowles», referiu, ressalvando que a programação só começará a ser regular a partir de Setembro.Mega Ferreira indicou ainda que tentará «dar especial destaque aos autores portugueses» nessa programação específica da sala de leitura e nos lançamentos literários.
De acordo com o presidente da entidade, a sala de leitura acolherá também o espólio de cerca de 1500 títulos do centro de exposições, que será ocupado pelo Museu Berardo em Julho.A sala de leitura do CCB funcionará entre as dez e as 19 horas, de segunda-feira a sábado, com 32 lugares de leitura e quatro computadores para utilização pública, além de jornais, revistas e outras publicações periódicas para consulta permanente.
«Vamos fazer um teste - disse - e aferir que tipo de público frequentará a sala. Será um primeiro passo e uma espécie de rampa de lançamento para concretizar o projecto da futura grande biblioteca do CCB, que ainda não foi criada por falta de meios.»"
Biblioteca Museu República e Resistência (espaço Cidade Universitária) com exposição dos trabalhos premiados da 15ª Maratona Fotográfica de Lisboa
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
"Os trabalhos premiados da 15ª Maratona Fotográfica de Lisboa estão expostos desde hoje até 24 de Fevereiro na Biblioteca Museu República e Resistência, do espaço Cidade Universitária.
A iniciativa é organizada anualmente pelo Pelouro da Juventude da Câmara Municipal de Lisboa, em parceria com a Associação Portuguesa de Arte Fotográfica. A última edição realizou-se nos dias 19 e 20 de Maio de 2006.
O concurso consiste em fotografar, durante 24 horas consecutivas, 24 temas designados pela organização. Dos 291 inscritos, iniciaram a prova 274 participantes. Dos 212 que a terminaram, 97 concorriam na categoria de «Digital», 55 na de «Preto e Branco» e 60 na da «Fotografia a Cores».
Nesta última, o primeiro prémio foi entregue a Paula Vilela, Jorge Batalha e Helder Fialho foram distinguidos com os segundo e terceiro postos, respectivamente. Nas fotografias a «Preto e Branco», a máxima distinção foi arrecadada por Tânia Araújo e a segunda por Filipe Salvado. André Carvalho fechou o pódio.
Finalmente, em «Digital», Pedro Silvado ganhou o primeiro prémio, Manuel Lino ficou na segunda posição, à frente de Luis Cordeiro. "
IPPAR do Porto transforma a sua biblioteca para uma melhor acessibilidade ao público.
quarta-feira, janeiro 17, 2007
O Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) do Porto está a preparar a sua biblioteca para uma melhor acessibilidade ao público. Recentemente foi instalado um sistema anti-furto que permite controlar as consultas e em breve será criada uma base de dados on-line de todo o acervo disponível.
A biblioteca do Ippar do Porto está instalada num edifício novo que se encontra nas traseiras da Casa de Ramalde, sede da instituição. Não faz parte da rede de bibliotecas públicas, mas assume-se como uma valência integralmente disponível a visitantes. Fonte da biblioteca informou que todo o acervo esteve até há bem pouco tempo acomodado em contentores pela inexistência de um espaço físico condigno.
Com a disponibilização do espólio, tem surgido principalmente a curiosidade de estudantes universitários e de técnicos que consultam, por exemplo, processos, projectos e pareceres do próprio IPPAR. Os funcionários da casa aparecem como os principais consultadores dos artigos por motivos profissionais.
Fonoteca Municipal de Lisboa transfere-se (temporariamente) para o Picoas Plaza, em finais de Fevereiro, por motivo de obras
segunda-feira, janeiro 08, 2007
A Fonoteca Municipal de Lisboa, uma biblioteca municipal especializada em música instalada no Monumental, que vai fechar para obras, será transferida no final de Fevereiro para o Picoas Plaza, afirmou hoje fonte da câmara.
As obras de remodelação a realizar no Monumental, centro comercial onde também funcionam salas de cinema, vão obrigar ao encerramento daquele espaço, pelo que a Câmara de Lisboa encontrou no Picoas Plaza um lugar alternativo para que a Fonoteca possa continuar a funcionar durante os meses em que vão decorrer os trabalhos, adiantou fonte do gabinete do vereador da Cultura, José Amaral Lopes.
O espólio da Fonoteca começa assim a ser transferido em finais de Fevereiro, segundo a mesma fonte. A coordenadora da Fonoteca, Alda Goes, afirmou sexta-feira que tudo seria feito para garantir os serviços mínimos e que aquele equipamento vai continuar a existir. Este espaço, acrescentou, é visitado em média por 20 pessoas por dia, que ali podem encontrar documentos sobre os vários tipos de música de consulta gratuita, entre DVD, CDR, partituras e outros.
A Fonoteca realiza também animações de carácter pedagógico, à segunda-feira, mediante marcação prévia, bem como conferências e concertos, referiu. «Quando houver alguma alteração colocaremos informação no nosso site», indicou a responsável pela Fonoteca.
Fonoteca Municipal de Coimbra: a melhor discoteca da Península Ibérica? Somente em Vinyl possui 22 mil discos…
quinta-feira, janeiro 04, 2007
A Fonoteca Municipal de Coimbra possui desde há pouco mais de um mês novas e proporcionadas instalações de acordo com o seu rico e extenso espólio musical. A Fonoteca Municipal tenta ser o mais abrangente possível, no que toca às centenas de géneros musicais e provindos dos mais variados lugares do mundo.
A Fonoteca funcionava desde 2000, e até Novembro do ano passado, dentro da Biblioteca Municipal de Coimbra. No entanto, o espaço “estava acanhado”, refere Mário Nunes, vereador da Cultura do Município de Coimbra. Assim, foi necessária encontrar uma solução, que passou por um novo espaço, também na Casa Municipal da Cultura, mas separada da biblioteca. A 22 de Novembro foi inaugurada a “melhor discoteca da Península Ibérica”, na opinião do vereador.
O responsável camarário baseia-se em números para sustentar esta afirmação: “temos aqui cerca de 22 mil discos de vinyl e 6.700 cd’s e dvd’s”, enumera Mário Nunes, que revela ainda que “os interessados nestas coisas, que já visitaram muitas fonotecas em Portugal e Espanha, dizem que esta é a melhor”.
Grande parte do espólio da fonoteca, principalmente no que ao vinyl diz respeito, veio da RDP: “existem na fonoteca muitas edições raras, que foram doadas pela RDP e abrangem os seus 60 anos de actividades”. Mas nem só de história vive a fonoteca. A ideia é ter “todas as áreas musicais” e que ali esteja sempre presente “a última novidade”, refere o vereador. Só assim se consegue manter um número significativo de utentes, que “procuram mais as novidades”, explica Ilda Carvalho, responsável pela fonoteca. No entanto, “isso não é tarefa fácil, até pelas dificuldades orçamentais”.
Apesar da abertura recente das novas instalações a Fonoteca tem “tido muitas inscrições desde que abriu o novo espaço”, refere a responsável. Diariamente, são mais de 70 as pessoas que frequentam o espaço, “a maioria estudantes”, indica a Ilda Carvalho. Também por isso, a tarde é o período em que a fonoteca é mais procurada. A Fonoteca é envolvida pelo Jardim da Sereia que ajuda a imprimir ao ambiente uma atmosfera mais melodiosa.
Os utentes da Fonoteca Municipal, além de poderem ouvir os álbuns no local, acompanhados de informação sobre a vida e obra dos seus compositores, podem ainda recorrer ao empréstimo domiciliário e levar as suas músicas favoritas para casa. Como ainda não é possível disponibilizar os discos de vinyl para as habitações, na parte técnica, uma pessoa responsável passa essas gravações para cd, caso o utente o solicite. Optou-se por expor ao público cópias digitalizados das capas álbuns de vinyl em vez das originais. Os originais estão guardados para mais tarde “fazer uma exposição sobre capas” de alguns deles, projecta Ilda Carvalho.
Em 2007 o espaço irá ser alargado com mais uma sala, que servirá “de complemento com actividades práticas” ao que já se realiza na fonoteca. A ideia é criar um espaço onde se possam fazer exposições ou concertos que levem mais pessoas à casa da música. O objectivo é que as obras estejam prontas até ao final da Primavera, para se fazer a “animação de Verão na fonoteca”, espera a chefe daquela secção."
Grupo Amigos de Lisboa aspiram a nova sede que integre Biblioteca conforme ao seu valioso acervo de obras sobre Lisboa
terça-feira, agosto 01, 2006
O Grupo Amigos de Lisboa (GAL) fundado há 70 anos ambiciona possuir uma sede mais apropriada ao prestigio e dimensão e actual da sua associação. As actuais instalações (um rés-do-chão de um velho prédio lisboeta) não comportam as condições mínimas de funcionamento e de desenvolvimento de iniciativas.
E é neste espaço que se encontra o seu singular acervo bibliográfico (cerca de 14 mil títulos) que "conta" a história de Lisboa, amontoado em pilhas e caixotes pelos corredores e numa sala que funciona como uma espécie de armazém. "Nestas instalações nem dá para ter a biblioteca a funcionar", refere Salete Salvado, presidente da Junta Directiva do GAL. Urge uma nova sede, pelo menos, para preservar condignamente o fundo documental.
O GAL publica a revista Olisipo (de periodicidade irregular por motivos financeiros), a única publicação que tem Lisboa como tema exclusivo e que é tão antiga quanto o grupo.
"Mais que a cópia pela cópia, importava facilitar o acesso do público ao imenso acervo de publicações da casa. Dar-lhe mobilidade, um uso mais flexível e abrangente. E a ideia, por ser válida, pegou: a Hemeroteca Municipal de Lisboa (HML) gerou a Hemeroteca Digital, seguidora da lógica simplificada das novas tecnologias. Hoje, em construção diária e à distância de um clique, estão publicações desde as origens da imprensa periódica portuguesa à actualidade.
"A iniciativa só começou a ter andamento no Verão do ano passado, os contornos estão ainda bastante em aberto para novas sugestões e modos de fazer", explica Elisabete Rocha, uma das responsáveis pelo serviço de actividades culturais e educativas desenvolvidas no espaço do antigo palácio dos Condes de Tomar, em Lisboa.
Não sabendo se a ideia passa por digitalizar a totalidade do espólio, Elisabete Rocha salienta, contudo, a importância de os utilizadores acederem "com facilidade e rapidez" a fontes documentais seleccionadas e aos fundos local e histórico "que, no fundo, são a alma da biblioteca". (…)
Das muitas publicações periódicas portuguesas a transferir para o online, a HML conclui já a digitalização integral de A Capital, a partir de microfilme, num projecto que exigiu o tratamento de perto de 20 mil imagens. Um novo ponto a favor da Hemeroteca Digital, que dá agora acesso a um dos primeiros jornais nacionais do primeiro quartel do século XX, fundado em1910 por Manuel Guimarães e uma das pérolas das letras de forma portuguesas.
Tal como este, reitera Elisabete Rocha, "são muitos os jornais e revistas que temos aqui sem que alguém faça a mínima ideia!" Há todo um mundo por descobrir nas estantes e (agora) nos computadores. "Existem documentos raros, artigos censurados a azul, publicações únicas. É uma biblioteca específica com uma história enorme a correr desde o século XVIII até à actualidade", desfere a responsável, maravilhada, ainda hoje, com os tesouros velhos que vê ganhar novas cores a cada dia que passa. "São boas memórias."
Espólio da pianista Lily Rose Schenrich doado à Biblioteca Nacional.
O espólio da pianista Lily Rose Schenrich, constituído por 30 volumes de música impressa, foi doado à Biblioteca Nacional de Portugal, anunciou hoje esta instituição.
Lily Rose Schenrich, condessa de Morella, nascida em Paris em 1864, casada com o marquês espanhol de Ter, apresentou-se como pianista em vários teatros em Espanha, França e Inglaterra. Em 1920 assumiu a presidência da União das Mulheres de Espanha e representou este país em 1926 no Congresso da Aliança Internacional para o Sufrágio das Mulheres, realizado em Paris.
O espólio de Lily Rose Schenrich foi entregue à BNP pela sua neta, a pintora Carlotta Cabrera. A doação, refere a BNP, irá integrar os fundos do Centro de Estudos Musicológicos. Os 30 volumes encadernados entregues são edições dos finais do século XIX e início do século XX,contendo música para canto e piano, sonatas e concertos de Beethoven e Haydn, música de salão, obras breves de diversos autores, e ainda transcrições de árias de ópera para canto e piano, maioritariamente de compositores franceses.
"Há dez anos, nascia no palácio do Contador-Mor, nos Olivais, a Bedeteca Municipal de Lisboa, "na sequência de várias colaborações entre a revista "LX Comics" e o Pelouro da Cultura, sob responsabilidade de João Soares, surgiu a ideia de aproveitar o acervo de BD que estava disperso por várias bibliotecas da rede municipal para criar uma biblioteca especializada com um programa de animação, exposições e edição", explica João Paulo Cotrim, o seu primeiro director.
Segundo Cotrim, "as expectativas eram criar um movimento capaz de colocar a BD no concerto das restantes artes urbanas". O que a sua actividade, a par da desenvolvida pelo Salão do Porto e o Festival da Amadora, possibilitou, trazendo a BD para os media, ficando como marco a presença da BD portuguesa no Festival de Angoulême, em 1998.
Cotrim seria substituído por Rosa Barreto, ainda hoje a responsável pelo espaço que "se mantém um equipamento de referência em Portugal para a BD e a ilustração ".
Após um fecho de dois anos devido a obras, a reabertura em Janeiro revelou um espaço de biblioteca alargado, onde estão cerca de 5000 monografias e 12000 volumes de periódicos, que vão desde os anos 20 do século passado até aos nossos dias, e por onde já passaram mais de 700 utentes.
Em jeito de balanço, destaca "as bienais, Salão Lisboa e Ilustração Portuguesa, e o site, cujo número de utilizadores tem vindo a crescer.."
Como próximos projectos, a par da "actual exposição do João Vaz de Carvalho, teremos, no segundo semestre, uma mostra de Bela Silva. A "Ilustração Portuguesa 2006" vai ser feita na net, mantendo-se a edição do catálogo. E apostamos fortemente na promoção da leitura de BD. Sem leitores não há livros. Temos de trabalhar em projectos com as tutelas nacionais da cultura e da educação, a quem pedimos apoio para um projecto de formação em ilustração, BD e cinema de animação.
Outras bedetecas espalhadas pelo país A primeira bedeteca portuguesa foi inaugurada em 1990, na sede da Comissão de Jovens de Ramalde (CJR), no Porto, como um dos projectos do Comicarte que então também organizava o Salão Internacional de BD do Porto. Com a saída daquele núcleo de BD do seio da CJR, em 1995, a Bedeteca estagnou, apesar do acervo ainda existir.
Por sua vez, o Centro Nacional de BD e Imagem da Amadora, inaugurado em Setembro de 2000, possui uma biblioteca com 10.417 livros, dos quais 1.148 entraram em 2005. O número de utentes depende das outras actividades do CNBDI, que é também galeria e acervo de originais, editando catálogos e livros sobre BD, e organizando exposições, animação com escolas, acções de formação e o Festival Internacional de BD da Amadora.
Finalmente, a bedeteca de Beja, inaugurada a 9 de Abril de 2005, possui cerca de 1500 álbuns, 900 revistas e 200 fanzines, tendo uma média mensal de 150 utentes. Desenvolve várias actividades relacionadas com a BD."